5 de set. de 2011

l seminário Internacional de Formação e Avaliação em tecnologia Educacional


II Seminário Internacional de formação e Avaliação em Tecnologia Educacional
II Seminário Internacional de formação e
Avaliação em Tecnologia Educacional e
I Seminário Regional do Cefapros de Rondonópolis e Primavera do Leste.
Rondonópolis - MT. Dias 01 à 03 de Setembro de 2011. Serão 3 dias de muita Informação, Formação e Avaliação na área da Tecnologia aplicada à Educação de forma que venha a produzir resultados positivos para uma Educação melhor e de Qualidade. Para este evento reuniram-se representantes de 15 Cefapros do Estado de Mato Grosso ( Alta Floresta, Barra do Garça, Cuiabá, Confresa, Cáceres, Juara, Juína, Matupá, Pontes de Lacerda, Primavera do Leste, Rondonópolis, São Félix do Araguaia, Sinop, Tangará da Serra, Diamantino) . Pode-se considerar um evento de muita qualidade , envolvendo cidades de todas as partes do nosso estado ( Obs: Além das sedes dos Cefapros, estiveram presentes também: Alto Garças, Alto Taquari, Araguainha, Campo Verde, Dom Aquino, Gaúcha do Norte, Guiratinga, Itiquira, Jaciara, Juscimeira, Lucas do Rio Verde, Paranatinga, Pedra Preta, Poxoréu, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, São Pedro da Cipa, Tesouro , Várzea Grande. Marcou presença também representantes do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Brasília, e palestrantes convidados de Portugal e Angola.
Programação recheada de coisas boas:
Apresentações Culturais( Escolas da região)
Rodas de Experiências
Palestras
Mesa Redonda
Debates
Oficinas Temáticas

Autoridades que participaram do seminário


Rainer W. Kruger- Palestrante do Grupo Pandorga


Apresentação Cultural


Debate



l seminário Internacional de Formação e Avaliação em tecnologia Educacional



30 de ago. de 2011

Projetos

29 de ago. de 2011

Apresentação- Carta enigmatica


25 de abr. de 2011

Sistema nervoso

Comemoração da Páscoa no CEJA- Getúlio Dornelles Vargas

11 de abr. de 2011

18 de fev. de 2011

Recadoseglitters.com

Originado de: Recados e Glitters - Scraps para orkut


2 de dez. de 2010

Finalização da Sala do Profissional

12 de nov. de 2010

Ações realizadas em 2010

10 de nov. de 2010

FREJA

3 de nov. de 2010

CEJA-GETÚLIO DORNELLES VARGAS
AVENIDA SÃO JOÃO,Nº 564
TELEFONE:(66)3498-8028
E-mail:pvlee.getuliod.varg@.seduc.mt.gov.br
Direção:Elizabete Tubino
Secretária:Ivone Furlan Dessbesell
Coordenação Pedagógica:Izilda Pereira de Carvalho
Orislene da Costa Andrade
Plano de Aula Ensino Médio
FLÁVIA DA SILVA DUARTE
VALDINÉIA MARIA DE SOUZA ROCHA
RUTE FÉLIX DONCATO
Ecossistema em crise
Componente Curricular: Biologia
Objetivos
Estudar os efeitos da extinção da flora e da fauna no Brasil;
Entender a relação do homem com a natureza;
Conteúdo
Ecologia

Tempo estimado
Duas aulas

Introdução
A reportagem “Uma espécie some a cada vinte minutos”, publicada em VEJA (Uma espécie some a cada vinte minutos - 18/10/2010), traz à tona a situação crítica da diversidade mundial. Aproveitar a oportunidade para instigar os alunos a refletirem sobre qual o papel direto e indireto do homem nessa situação. Questionar quanto eles sabem sobre a importância de cada espécie na organização e manutenção do meio ambiente.

Desenvolvimento

1ª aula
Depois de ler a reportagem de VEJA em sala, discutir com os alunos o conceito de extinção e suas conseqüências na diversidade ambiental. Comentar que, como aparece na reportagem, existe um episódio do programa de televisão do biólogo Richard Rasmussen que se passa no Brasil. Nele, o apresentador mostra que o país possui seis biomas: Amazônia Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Pantanal e Pampa. Apresentar aos alunos a figura abaixo.­

Fonte: IBGE

Promover uma discussão sobre os biomas brasileiros, focando aspectos de localização e clima. Explicar que as variações nesses dois fatores fazem com que cada região seja hábitat de determinadas espécies.

Discutir com a moçada os impactos do homem nos bioma. Aproveitar para explicar as conseqüências das atividades antrópicas na extinção de espécies em biomas específicos. Citar, por exemplo, o desmatamento na Amazônia, causado principalmente pela pecuária e plantação de soja; e a quase total destruição da Mata Atlântica, ocasionada pelo extrativismo.

Ao final da aula, solicitar que os alunos formulem um mapa conceitual sobre o que foi abordado na discussão.

2º aula
Começar a aula conversando com os estudantes sobre a importância da conservação ambiental. Convidar-los a assistir o vídeo de Sevem Suzuki, uma menina canadense que discursou na conferência das Nações Unidas no Rio de Janeiro no ano de 1992.

Explicar à moçada que a conferência tinha como objetivo principal buscar meios de conciliar o desenvolvimento socioeconômico com a conservação e proteção ‑­
dos ecossistemas terrestres. Contar que nessa mesma conferência foi consagrado o conceito de desenvolvimento sustentável.

Quando terminar o filme questionar a turma o que se sentiram ao ver as cenas. Pergunte se, 18 anos depois da conferência, mudou a consciência ambiental mundial – ou se ainda é preciso uma maior conscientização da população a cerca dos recursos naturais e da importância de se preservar a fauna e a flora do planeta.

Conversar com os alunos sobre quais atitudes sustentáveis (reciclar o lixo, evitar o desperdício de água, apagar as luzes durante o dia, etc.) podem ser incluídas no dia a dia, como forma de preservar o meio ambiente. Lembrá-los de que os recursos naturais não são inesgotáveis.

Depois de conversa com os alunos, fornecer material (cartolina, canetinhas, folhas de ofício) para que elaborem cartazes e panfletos sobre a importância da conservação do meio ambiente. Propor que os estudantes se dividam em grupos para a atividade e preparem um primeiro rascunho do texto. Circule entre os grupos, analise as propostas e proponha as correções necessárias. Quando a turma terminar as versões finais do trabalho, sugerir que os cartazes sejam fixados nos murais da escola para ampliar os conhecimentos dos colegas a respeito da conservação ambiental.
Avaliação
Utilizar para avaliação o mapa conceitual e os cartazes e panfletos feitos pelos alunos em aula. Avaliar também a participação e o interesse dos mesmos durante as aulas.
FONTE: 18/10/2010.